terça-feira, 16 de junho de 2009

Belos Cachimbos: Oom Paul: nº 1

Eis aqui um Oom Paul que eu gostaria de ter, pelo simples prazer de admirá-lo.

Um Ardor Meteora Giant.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Excertos cachimbísticos: Tempos modernos...

Caros confrades,
Estou inaugurando uma série nova, onde pretendo citar um trecho ou outro de prosa do dia a dia. É claro, sempre sobre o Cachimbo e seu universo. Segue o primeiro.

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Comentário meu em conversa com um confrade, grande amigo de infância, quando me mandou fotos de um cachimbo e uma lata de tabaco antigos, com algo em torno de 30 anos, que ganhou do pai de um amigo:

"...olhando essa lata antiga aí, me bate uma tristeza sabe? Do que esse mundo está virando, de como já foi tão bom...

A humanidade acha que está evoluindo, mas parece que é justamente o contrário, cada vez mais intolerantes com o próximo, e com hábitos que as pessoas antes de condenar, deveriam entender o que são e o que significam...

: (


Espero que a gente consiga preservar o cachimbo, e o real significado do que ele representa, pois um dia o mundo pode lamentar por condenar rituais de paz como esse."


Pra quem ficou curioso, segue a imagem da lata:

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Arte & Cachimbo: René Magritte

Hoje o Google amanheceu com o título assim:
110 anos da morte de Magritte, confesso que não sabia.
No ato lembrei da contribuição dele ao eternizar a imagem do cachimbo, na obra abaixo, "Isto não é um Cachimbo". Algumas postagens abaixo está a mesma obra, ilustrando outro texto.


Fica aqui a homenagem.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Cinema & Cachimbo: Escravos do Rancor - Abismos de Pasión

Pretendo relacionar aqui também os filmes onde aparece o nosso nobre companheiro fumacento.

Não cheguei a ver este filme por inteiro (o que é raro no meu caso), mas minha mulher me disse que aparecia um dos personagens fumando cachimbo nele, então passei o olho rapidamente pelas cenas.

Complementarei a postagem mais tarde, com imagens.

Pequena resenha:
Escravos do Rancor (Abismos de Pasión)
Filme de Luis Buñuel de 1953, cineasta surrealista nascido na Espanha. Trata-se de uma adaptação do livro O Morro dos Ventos Uivantes de Emily Brontë, literatura inglesa de 1847.

A história se passa no México rural do século XIX onde os apaixonados Catalina e Alejandro se reencontram depois de adultos.

O filme acontece ao som de Richard Wagner, no tema de Tristão e Isolda.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Cachimbo: Uma síntese



"Objeto tradicionalmente associado à reflexão e à contemplação, mas também à reunião de amigos e ao prazer de uma boa conversa, o cachimbo, talvez por contraponto ao ritmo da vida moderna, está ressurgindo hoje em alguns países e a ser adotado por uma nova geração.


Quando surgiu na Europa, na segunda metade do século XVI, o cachimbo estava envolto num halo de exotismo. Contudo, fumar tabaco num cachimbo popularizou-se a tal ponto que a receita de Charles Dickens contra o suicídio era «pão, queijo, vinho e um cachimbo».

Usado primeiro pelo povo, depois por nobres e burgueses, companheiro de militares em campanha, o cachimbo começou a ser associado a intelectuais e artistas no decurso dos séculos XIX e XX."

* Retirado e adaptado da internet.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Despedida


A vida proporciona encontros, mas cobra despedidas, uma hora ou outra.
A despedida definitiva, essa não temos como controlar, e quando ela chega sem qualquer aviso, nos deixa sem chão.

Infelizmente nosso querido confrade Carlos Felipe partiu desta forma, e todos nós, seus confrades e amigos, acostumados com a prosa, o bom humor, enfim, o espírito deste grande ser humano, ficamos orfãos.

Que o caminho iluminado que ele trilhava aqui, continue onde ele está agora.

Fique em paz confrade, e obrigado.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Diário de um pé de fumo - Parte 3


Estágio atual aqui em casa.

Passado já mais de 1 mês e meio desde a última postagem sobre o assunto, muita coisa mudou com os dois pés de fumo aqui em casa.



Pé de fumo da mesma idade, plantado no sítio.

Infelizmente esse muito não foi nem metade do que já se passou na lavoura, como pude perceber na últma vez que estive no interior.


Na verdade, os fumos aqui parece que chegaram num limite, e acho que esse limite tem muito a ver com o ambiente, que por mais claridade que tenha, se mostrou insuficiente; e os vasos, que devem ter se tornado muito pequenos, e alí, dentro da terra, as raízes devem ter preenchido todo o espaço e tirado toda a energia que era possível obter.

O fato é que as mudas ficaram mais ou menos da altura de um pé de couve, ou um pé de tomate, e as folhas, apesar de bonitas e saudáveis, dum jeito que dá quase vontade de fazer uma salada de tão tenras, são pequenas, coisa de 25 centímetros. E enquanto na lavoura o fumo já está com flores, aqui elas não dão nem pinta de que estão para aparecer.


"Colheita."

De qualquer modo, fiz uma pequena "colheita", e queria achar algum jeito de curar, mas o único que me ocorre, é deixar secando na sombra.


Para ver todas as fotos, clique aqui.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Bird Eyes - II


Me empolguei com a questão dos bird eyes, e gostaria de compartilhar mais uma preciosidade. Não é para ficar olhando por um bom tempo?

Segue outra foto, com fundo escuro fundo.

Clicando nas fotos é possível ver em tamanho maior, e com mais detalhes.

Falando em detalhes, é interessante como através das fotos é possível explorar melhor a complexidade da trama da fibra do briar, por exemplo, ressaltando o contraste como abaixo (não deixe de clicar para ver no tamanho original).


Mágico, pra dizer o mínimo.

É a natureza aprontando das suas... perfeição nos detalhes.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Bird Eyes


Bird Eyes... eis uma das características do Briar, ou Bruyere, que me deixa fascinado...

Já tive a oportunidade de ver vários tipos de manifestação deles, desde os mais espaçados, envolvidos numa espécie de bruma, até os mais compactos e unidos.

Quando estive na Bertoldi, encontrei um cachimbo que possui um belo exemplo desse último tipo, muitos deles, miúdos e bem juntos, num dos lados.

Apesar do cachimbo ter um restauro no começo do cabo, junto do fornilho, a miríade dos olhinhos de pássaro me fizeram levá-lo.

Deixo uma foto para os confrades poderem apreciar (clique na imagem para um tamanho maior).

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Feliz Natal e boas festas!


E chega ao fim 2007... um ano que teve experiências, novas amizades e muitas cachimbadas!

Que venha o mesmo para 2008!

Quero desejar a todos os Confrades boas festas, um 2008 de realizações e alegrias, e claro, ótimas cachimbadas!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Cachorro cachimbeiro


Gostei desse cachorro, não sei porque...

Dizem que só fuma Half and Half.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Diário de um pé de fumo - Parte 2



Prezados confrades, seguem novas fotos dos pés de virgínia, estão crescendo que uma beleza, viçosos e saudáveis. Tem tomado uma boa dose de sol diariamente, acho que isso tem ajudado bastante.

Tirei fotos bem próximas para ver com detalhes, notem a penugem que recobre a planta, principalmente no caule.

Os pés já tem em torno de 20 e 17 cm, e da pra notar cada vez mais como as duas são diferentes, a maior possui folhas mais largas e verdes, a outra mais estreitas e claras.

É interessante notar como o desenvolvimento da planta é diferente de plantar ao ar livre, ela parece mais frágil, mas também mais bonita e limpa.

Tem um pé de aroeira do lado, como se pode ver em uma das fotos, que também cresce bem diferente em relação à muda nativa, até na coloração da copa, pois a do mato é meio roxa. Quando plantei, a muda parecia que não ia pegar, acabou secando totalmente. Já ia arrancar do vaso, pois tinha ficado um graveto apenas, quando notei um minúsculo broto, então resolvi dar uma chance e resultado é esse, um belo pé de aroeira.

É como diz minha mãe, "tem que ter amor nas plantas".

Ela tem razão.

Mais fotos aqui.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Viagem à terra do Cachimbo


Com a correria dos últimos dias, acabei não conseguindo postar aqui algumas novidades, dentre elas, uma que faço questão de relatar agora.

No segundo sábado deste mês, fui visitar meu grande amigo de infância e também confrade Gilvane, na bela cidade de Joinville. De lá, tomamos o rumo de Timbó, com a idéia de fazer uma visita à fábrica da Bertoldi.

Chegamos já passado do meio dia, num dia bastante quente, e depois de algumas tentativas, achamos a fábrica.

Apesar do horário, o Sr. Ildefonso veio nos receber muito bem, diga-se de passagem. Como já era hora do almoço, marcamos para nos encontrar alí novamente em seguida. Depois de um ótimo almoço, voltamos e o continuamos a visita.

O Sr. Ildefonso nos mostrou uma grande variedade de cachimbos e acessórios, dos quais nós pudemos escolher a vontade, (o grande problema acabou sendo a dúvida sobre o que levar!). Sossegando um pouco o consumismo cachimbístico, sentamos e passamos a conversar. O assunto, é claro, vocês devem imaginar muito bem.

O papo foi se desenrolando, e inevitavelmente acendemos cada qual um bom fornilho e a conversa ficou ainda mais inspirada, durando umas boas 3 horas, entre risadas, novos conhecimentos adquiridos, e belas colunas de fumaça subindo.

Fomos então apresentados a todas as etapas da produção pelo Sr. Ildefonso, que mostrava tudo com orgulho, desde o simples pedaço de madeira, passando por várias máquinas, tomando forma, até se tornar um belo cachimbo.

Vimos também exemplos de belas madeiras exóticas aplicadas na fabricação do cachimbo, mas que não se prestam por não resistirem ao calor e racharem com facilidade. Realmente uma pena.

Dentre as que me chamaram bastante atenção: Carvalho, Jaboticabeira (já tive um! se soubesse que era dela, não tinha aceso e partido ele...), e umas outras duas que não lembro o nome, mas que tinham o desenho das fibras muito bonito.

Fico devendo as fotos, pois estas acabaram ficando em segundo plano, e as poucas que tirei não ficaram boas. Numa próxima visita compenso esse detalhe.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Arte & cachimbo: Billy Childish

Billy Childish "Pipe smoker".


Inaugurando a série "Arte & cachimbo"

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Diário de um pé de fumo - Parte 1



Aliás, são dois pés de fumo, mas achei que o título ficaria melhor assim.

Então, como havia comentado com confrades da CAC, resolvi fazer um acompanhamento do crescimento das mudas.

São dois pés de Virgínia, de variedades diferentes. Essas variedades são desenvolvidas pensando em ressaltar características como desenvolvimento mais rápido, resistência à pragas, etc. Mas não sei dizer quais as melhoras nessas duas.

Estão plantadas a um mês mais ou menos, e tem se desenvolvido bem. Os vasos com o tempo devem se tornar pequenos pra elas, mas vamos ver como fica.

O objetivo de ter plantado essas mudas é acompanhar e estudar seu crescimento. De uma maneira bem amadora é verdade, ou talvez seja também uma desculpa para acender um cachimbo, sentar e ficar olhando "o pé de fumo crescer" ao invés da grama heheheh... qual vocês acham que cola mais?

Talvez elas não cresçam muito, já que moro em apartamento e o sol que dispõe é limitado. No campo o manejo geralmente consiste de aplicação de inseticidas, retirada da copa e desbrotamento (para encorpar as folhas), controle de ervas daninhas, etc...

A meu ver, a principal dificuldade no plantio do fumo, como em muitas culturas por sinal, é o controle de pragas, entre em insetos, fungos e doenças. Uma lagarta do fumo pode arruinar com várias folhas, pois come muito e vorazmente.

Existem muitas outras pragas, que não conheço ou não me recordo agora, mas que podem ser piores ainda, pois no caso de uma doença, o pé inteiro pode morrer.

Plantando em casa espero que pelo menos fique mais fácil de controlar essas pragas comuns no campo.

Mais fotos das mudas, aqui.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

O temporal


Ontem, depois de um violento temporal no começo da noite, nos vimos sem energia elétrica aqui em casa.

Isso porque vira e mexe algumas das grandes e pesadas árvores aqui da região não resistem, caindo ou largando algum de seus grandes galhos ao chão, ou nos postes e fios de alta tensão.

Sem muito que inventar em casa, resolvo então me sentar no sofá, acender um bom fornilho e pensar um pouco na vida.

Ali no escuro, tendo a brasa alaranjada em meu fornilho como testemunha, mais uma vez me ocorre como somos dependentes da tal energia elétrica. Não só muitas de nossas necessidades, como muitos de nossos passatempos dependem diretamente dela.

Porém nessa mesma hora, não consigo evitar em abrir um sorriso de orelha a orelha, pois dou-me conta que tanto nos dias de hoje, uma época tão repleta de opções em entretenimento e diversão, como na época dos lampiões, onde não havia tanto o que fazer, mas em compensação as pessoas viam o tempo passar muito mais calmamente, o bom e velho cachimbo continua sendo fonte da mesma satisfação e inspiração. É ao mesmo tempo tão atemporal quanto simples.

Sentado ali, no escuro da sala, acabo por me sentir confortado, pois me fica a certeza que, se de uma hora para outra, nos víssemos de volta a uma época de trevas, ao menos essa satisfação não seria tirada de mim.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Novidades

Prezados confrades,

Estive em viagem nos últimos dias, o que me impediu de postar aqui várias novidades em cachimbos e tabacos importados.

Mas neste fim de semana espero conseguir por em dia essas postagens.


Aguardem.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

O preferido


Todo cachimbeiro possui um cachimbo preferido, as vezes até mais de um, pois o critério de preferência é muito pessoal, e depois de um tempo na estrada, chegamos a um ponto em que existe "o de melhor fumada", "o primeiro", "o mais vistoso", e por aí vai. Se todas essas características se reunirem num só, perfeito.

No meu caso, preferi alçar a este posto um cachimbo simples, sem muitas particularidades, exceto o fato de ter sido o primeiro.

Infelizmente, meu preferido não me pertence mais.


Não, eu não cometi o crime de vendê-lo. O que aconteceu com ele eu já contei aqui, em uma de minhas primeiras postagens.


Vão-se os dedos, ficam os anéis... ao menos fiquei com as fotos dele, e uma delas ilustra o título deste blog. Nada mais justo, acredito.


Como na época meu estado no que se refere a conhecimento na arte cachimbeira ainda era próximo do de uma bactéria, não posso nem dizer hoje se tinha uma boa fumada, mas posso dizer que sempre o achei muito bonito, em sua simplicidade.

Isso ilustra um pouco como funciona a valoração de algumas coisas em nossas vidas, o valor que depende sobretudo da importância que lhe atribuímos. E esse valor é estritamente particular, o tal "valor sentimental".

Existe um sucessor? Poderia até existir, mas prefiro deixar o primeiro lugar como que ocupado por uma presença... quase que espiritual.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Belos cachimbos - 3


Esse fiz questão de postar por causa do straight grain perfeito.

Pensando bem, merece até mais uma foto:

domingo, 7 de outubro de 2007

Balkan Sobranie


Eis um tabaco que a algum tempo atrás, e lembro muito bem, pensei comigo "Que pena, nunca vou provar dessa maravilha..."

O destino, como que ouvindo meu lamento, colocou no meu caminho uma chance. Eis que o confrade Alexandre, numa de nossas reuniões cachimbescas, oferece a mim e ao confrade Leopoldo, um pacote misterioso. Após algumas tentivas tentando adivinhar, ele revela: Balkan Sobranie.

Espanto.

Por conta disso, aproveito a ocasião para também agradecer a ele por ter gentilmente cedido uma boa porção dessa maravilha.

Essa é minha primeira mistura balcânica, e melhor não poderia ser, afinal, esse é um blend lendário, e infelizmente, não mais disponível. Uma pena, pois deixará fãs no mundo todo pelo que tenho visto.

Confesso que a primeira tentativa não surtiu o efeito desejado, pois não consegui interpretar devidamente.

Pensando nisso cheguei a uma conclusão, que bate um pouco com um comentário do Alexandre, que de início não achou nada de muito diferente além da presença do latakia. Tenho a impressão de que talvez latakiados em excesso banalizem um pouco nossa percepção para outros tabacos que o tenham em sua mistura.

É aquela história, o primeiro latakia a gente nunca esqueçe, mas talvez os seguintes já não marquem tanto...

Mas como tudo na vida, e tabacos em especial, o tempo, e novas investidas, me fizeram dar a justa interpretação.

O fato é que é um tabaco bastante complexo, e além de ser necessária uma certa vivência até ele revelar todos os seus segredos, ou ao menos uma boa parte. É preciso também um certo estado de espírito favorável.

Obviamente, o latakia marca sua presença, sobressaindo sobre os demais tabacos (virgínia e Yenidje) que compõe a mistura.

Por conta disso, não será desta vez que terei uma idéia do sabor de um tabaco turco. Paciência. Tenho tempo e muita coisa para experimentar ainda.

Pretendo experimentar tabacos orientais puros quando possível, como já fumei o latakia, para saber discernir e atribuir melhor o seu peso em misturas.

Voltando ao Balkan, seu aroma no pacote é suave, com a distinção clara de que alí tem latakia.


Queima bem e com razoável lentidão,de maneira uniforme.

Possui uma boa dose de nicotina, pois no fim da cachimbada deu pra sentir uma leve tonteira. Em contrapartida, não pega na língua em absoluto.

Assim, tem-se uma fumada rica em sabor, mas também forte, devendo-se ir com paciência, literalmente vendo a grama crescer.

É um tabaco que eu gostaria muito de ter comigo no futuro, uma pena que isso não será mais possível, exceto pelas valiosas latas antigas que as vezes aparecem por aí, mas que também são caríssimas.

Ps.: Fico devendo uma foto da embalagem, quero ver se consigo com o confrade Alexandre, mas acredito que é o mesmo modelo da primeira foto.