sexta-feira, 18 de julho de 2008
Cachimbo: Uma síntese
"Objeto tradicionalmente associado à reflexão e à contemplação, mas também à reunião de amigos e ao prazer de uma boa conversa, o cachimbo, talvez por contraponto ao ritmo da vida moderna, está ressurgindo hoje em alguns países e a ser adotado por uma nova geração.
Quando surgiu na Europa, na segunda metade do século XVI, o cachimbo estava envolto num halo de exotismo. Contudo, fumar tabaco num cachimbo popularizou-se a tal ponto que a receita de Charles Dickens contra o suicídio era «pão, queijo, vinho e um cachimbo».
Usado primeiro pelo povo, depois por nobres e burgueses, companheiro de militares em campanha, o cachimbo começou a ser associado a intelectuais e artistas no decurso dos séculos XIX e XX."
* Retirado e adaptado da internet.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Despedida

A vida proporciona encontros, mas cobra despedidas, uma hora ou outra.
A despedida definitiva, essa não temos como controlar, e quando ela chega sem qualquer aviso, nos deixa sem chão.
Infelizmente nosso querido confrade Carlos Felipe partiu desta forma, e todos nós, seus confrades e amigos, acostumados com a prosa, o bom humor, enfim, o espírito deste grande ser humano, ficamos orfãos.
Que o caminho iluminado que ele trilhava aqui, continue onde ele está agora.
Fique em paz confrade, e obrigado.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Diário de um pé de fumo - Parte 3
Estágio atual aqui em casa.
Passado já mais de 1 mês e meio desde a última postagem sobre o assunto, muita coisa mudou com os dois pés de fumo aqui em casa.
Pé de fumo da mesma idade, plantado no sítio.
Infelizmente esse muito não foi nem metade do que já se passou na lavoura, como pude perceber na últma vez que estive no interior.
Na verdade, os fumos aqui parece que chegaram num limite, e acho que esse limite tem muito a ver com o ambiente, que por mais claridade que tenha, se mostrou insuficiente; e os vasos, que devem ter se tornado muito pequenos, e alí, dentro da terra, as raízes devem ter preenchido todo o espaço e tirado toda a energia que era possível obter.
O fato é que as mudas ficaram mais ou menos da altura de um pé de couve, ou um pé de tomate, e as folhas, apesar de bonitas e saudáveis, dum jeito que dá quase vontade de fazer uma salada de tão tenras, são pequenas, coisa de 25 centímetros. E enquanto na lavoura o fumo já está com flores, aqui elas não dão nem pinta de que estão para aparecer.
"Colheita."
De qualquer modo, fiz uma pequena "colheita", e queria achar algum jeito de curar, mas o único que me ocorre, é deixar secando na sombra.
Para ver todas as fotos, clique aqui.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Bird Eyes - II
Me empolguei com a questão dos bird eyes, e gostaria de compartilhar mais uma preciosidade. Não é para ficar olhando por um bom tempo?Segue outra foto, com fundo escuro fundo.
Clicando nas fotos é possível ver em tamanho maior, e com mais detalhes.Falando em detalhes, é interessante como através das fotos é possível explorar melhor a complexidade da trama da fibra do briar, por exemplo, ressaltando o contraste como abaixo (não deixe de clicar para ver no tamanho original).

Mágico, pra dizer o mínimo.
É a natureza aprontando das suas... perfeição nos detalhes.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Bird Eyes

Bird Eyes... eis uma das características do Briar, ou Bruyere, que me deixa fascinado...
Já tive a oportunidade de ver vários tipos de manifestação deles, desde os mais espaçados, envolvidos numa espécie de bruma, até os mais compactos e unidos.
Quando estive na Bertoldi, encontrei um cachimbo que possui um belo exemplo desse último tipo, muitos deles, miúdos e bem juntos, num dos lados.
Apesar do cachimbo ter um restauro no começo do cabo, junto do fornilho, a miríade dos olhinhos de pássaro me fizeram levá-lo.
Deixo uma foto para os confrades poderem apreciar (clique na imagem para um tamanho maior).
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Feliz Natal e boas festas!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
sábado, 1 de dezembro de 2007
Diário de um pé de fumo - Parte 2
Prezados confrades, seguem novas fotos dos pés de virgínia, estão crescendo que uma beleza, viçosos e saudáveis. Tem tomado uma boa dose de sol diariamente, acho que isso tem ajudado bastante.
Tirei fotos bem próximas para ver com detalhes, notem a penugem que recobre a planta, principalmente no caule.
Os pés já tem em torno de 20 e 17 cm, e da pra notar cada vez mais como as duas são diferentes, a maior possui folhas mais largas e verdes, a outra mais estreitas e claras.
É interessante notar como o desenvolvimento da planta é diferente de plantar ao ar livre, ela parece mais frágil, mas também mais bonita e limpa.
Tem um pé de aroeira do lado, como se pode ver em uma das fotos, que também cresce bem diferente em relação à muda nativa, até na coloração da copa, pois a do mato é meio roxa. Quando plantei, a muda parecia que não ia pegar, acabou secando totalmente. Já ia arrancar do vaso, pois tinha ficado um graveto apenas, quando notei um minúsculo broto, então resolvi dar uma chance e resultado é esse, um belo pé de aroeira.
É como diz minha mãe, "tem que ter amor nas plantas".
Ela tem razão.
Mais fotos aqui.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Viagem à terra do Cachimbo

Com a correria dos últimos dias, acabei não conseguindo postar aqui algumas novidades, dentre elas, uma que faço questão de relatar agora.
No segundo sábado deste mês, fui visitar meu grande amigo de infância e também confrade Gilvane, na bela cidade de Joinville. De lá, tomamos o rumo de Timbó, com a idéia de fazer uma visita à fábrica da Bertoldi.
Chegamos já passado do meio dia, num dia bastante quente, e depois de algumas tentativas, achamos a fábrica.
Apesar do horário, o Sr. Ildefonso veio nos receber muito bem, diga-se de passagem. Como já era hora do almoço, marcamos para nos encontrar alí novamente em seguida. Depois de um ótimo almoço, voltamos e o continuamos a visita.
O Sr. Ildefonso nos mostrou uma grande variedade de cachimbos e acessórios, dos quais nós pudemos escolher a vontade, (o grande problema acabou sendo a dúvida sobre o que levar!). Sossegando um pouco o consumismo cachimbístico, sentamos e passamos a conversar. O assunto, é claro, vocês devem imaginar muito bem.
O papo foi se desenrolando, e inevitavelmente acendemos cada qual um bom fornilho e a conversa ficou ainda mais inspirada, durando umas boas 3 horas, entre risadas, novos conhecimentos adquiridos, e belas colunas de fumaça subindo.
Fomos então apresentados a todas as etapas da produção pelo Sr. Ildefonso, que mostrava tudo com orgulho, desde o simples pedaço de madeira, passando por várias máquinas, tomando forma, até se tornar um belo cachimbo.
Vimos também exemplos de belas madeiras exóticas aplicadas na fabricação do cachimbo, mas que não se prestam por não resistirem ao calor e racharem com facilidade. Realmente uma pena.
Dentre as que me chamaram bastante atenção: Carvalho, Jaboticabeira (já tive um! se soubesse que era dela, não tinha aceso e partido ele...), e umas outras duas que não lembro o nome, mas que tinham o desenho das fibras muito bonito.
Fico devendo as fotos, pois estas acabaram ficando em segundo plano, e as poucas que tirei não ficaram boas. Numa próxima visita compenso esse detalhe.
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
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